Depois de passar por uns maus momentos, Faísca está de volta, passando bem e pastando tranquilamente às margens do Jacuí.
Vida longa ao Faísca!!
Depois de passar por uns maus momentos, Faísca está de volta, passando bem e pastando tranquilamente às margens do Jacuí.
Vida longa ao Faísca!!
Nosso sítio tem um bom espaço para vários tipos de investimentos. Depois de um susto essa semana, novas possibilidades começaram a agitar o pensamento e se apresentaram como forma de garantir o presente em direção a um futuro mais seguro.
Hoje fui conhecer os eucalíptos nas terras de um amigo em Natividade da Serra. Não me lembro de já ter visitado essa cidade antes. Fui, gostei e aproveitei bem o dia andando por todo lado, conhecendo gente nova, técnicas de plantio e plantações em vários estágios de crescimento. Natividade é onde fica uma boa parte da represa de Paraibuna, um espetáculo de lugar.
No meio do caminho tinha uma cobra. Mas o susto foi tanto nosso quando dela.
Atualizado em 18 de novembro de 2009: Mais fotos de Natividade. A cobra morta foi decisão emocional que caro nos custou. Pobre boipeva, vítima nossa em estado emocional alterado.
Já estamos todos quase prontos para zarpar para o sertão como diz a Nilra. Sabadaço ensolarado quente e com lufadas de um vento gostoso soprando por todos os lados. Laninha, pressentindo a partida, não larga do meu pé e fica me vigiando o tempo todo. É assim agora todo final de semana quando a gente começa a se movimentar para sair. Ela foi uns dias, adorou e, agora, já sabe o que a espera. Ela chega lá e, primeira coisa que faz, é rolar na grama bem espalhafatosa, mesmo que seja noite e a grama esteja molhada de sereno.
Feriado de Finados, já fui ao cemitério na segunda passada, só de curiosidade, dar uma olhadinha em volta, ver o estado dos túmulos caiados, Pretinho já tinha feito a manutenção anual. Não que isso me alivie de algum compromisso que pudesse estar me pressionando em segredo. Foi mais é curiosidade mesmo. E também pela oportunidade de sair um pouquinho e fazer algo diferente. E foi bom.
Sábado em casa, dá vontade de acordar mais cedo e dar uma voltinha antes de zarpar. Hoje, porém, resolvi ficar em casa e me dedicar a algo mais relax.
Final de semana chuvoso, tempo quente, parece que o Gustavo pegou a maior piapara até então. Volta prá casa, domingo à noite, ainda deu tempo de se refestelar com peixe assado na brasa.
No final, acho mesmo que quem mais se diverte são eles. Entram sempre na água, nadam, sobem pelo barro, rolam na areia, se sujam dos pés à cabeça e não estão nem aí.
Caminhadinha básica, eu e Lana, antes de zarpar para o sítio na véspera do feriado de 12 de Outubro. Cidade estava bem calma ainda, pouca gente apesar da manhã gostosa de sol e calor. Não pude prenunciar o grande movimento que a cidade teria no feriado e eu estaria bem longe do burburinho.
Interessante como a Basílica recuperou e Porto Itaguaçu, o local onde a santa foi encontrada. O local estava bem protegido, bem limpo, organizado, todo pintado, todo mundo a espera dos romeiros que encheriam o local no dia da festa. Lá pelas tantas, Lana sentou-se sobre um formigueiro de formigas ruivas e, quando sentiu as picadas, saiu doidona no maior pinote. Vacilo meu que não prestei atenção. Parado do outro lado do caminho de entrada, os policiais de uma viatura riram em silêncio. Acontece.
Tempo maluco, estações misturadas, tem dia que chove demais quando era para estad seco e outros em que faz um calorão quando era para estar frio. Acho que bom mesmo é poder aproveitar o dia da forma como ele vier, independente da estação.
Dia desses, mente meio atormentada com um montão de coisas, um calorzinho gostoso pela manhã, vento quente soprando dos morros acima da linha do horizonte, tivemos a idéia – e a coragem – de sair andando pelo pasto e vaguear um pouco pela margem do nosso tão valorizado rio Jacuí.
Engraçado que o rio está sempre lá, correndo como sempre, fazendo barulho como sempre, só mudando a cor e nível da água conforme a temporada de chuvas ou de seca. E a gente gosta dele, gosta de andar por lá mas quase nunca arranja tempo disponível para relaxar e aproveitar a beleza e o espetáculo simples que ele nos oferece.
Mas aí Lana insistiu e fomos. Eu só apreciei. Ela não podia passar sem dar um mergulho.
Outro dia escrevi aqui sobre o fato de que nem tudo dá certo sempre. É verdade. Mas também é verdade que muitas coisas que dão errado na vida da gente também tem um grande potencial para se superar, para dar a volta por cima, para de novo, se revelar um sucesso.
No campo a gente vê esse tipo de coisa acontecer todo dia, toda estação do ano, o ano inteiro. No inverno, tem época que cai geada e “mata” um monte de coisa. Escrevi mata assim mesmo entre aspas porque, na realidade, não mata de verdade. É um tipo de coisa que parece que deu errado mas a gente sabe que logo vai dar a volta por cima. Logo vem a Primavera e tudo que parecia morto, volta à vida novamente.
Os animais também nos dão alguns exemplos. A perua botou, chocou, nasceram só alguns filhotes e todos morreram. Como se nada tivesse acontecido, ela voltou a pastar, voltou a namorar, passear, botou de novo e voltou a chocar. Aí, um dia desses, apareceu um filhote no ninho, pensamos que já era o primeiro rebento mas não era. Era um pintinho que nasceu de um ovo botado por uma galinha no meio dos ovos da perua. Coisas atrapalhadas de sítio onde os animais vivem em liberdade, inclusive para fazer esses tipos de trapalhadas.
Mas a perua continua lá, chocando os ovos verdadeiros.
Mas às vezes crescem tão rápido que nem dá tempo de renovar a casinha.
Essa semana estivemos falando bastante sobre cachorros, principalmente do sucesso de Bólis e Dítis. Bólis pode ser também Lólis ou Lolinha. Aí, nos finais de semana, se juntam Lolinha, Lilinha e Lelinha e, às vezes tem ainda Laninha. Na net, também rolava um papo sobre cachorros. E vieram com esses 2 vídeos recentes que a gente já viu na TV, mas que vale a pena ver de novo.
Esse sobre a doação órgãos, tão singelo e certeiro que inflama o peito da gente. Dá até vontade de aceitar a doação de órgãos nem que seja para ser reconhecido por alguns dos amigos que ficarem. Fora, é claro, o prazer de poder trazer uma sobrevida a algum humano.
E esse da Pedigree “Somos Loucos por Cachorro”
Essas referências foram inspiradas no blog Querido Leitor.
Os simpáticos e frágeis frangos crescem viçosos e alegres mas em pouco tempo chegam próximo de seu destino final. E isso é muito cruel prá quem não está acostumado. Mas é assim que as coisas funcionam. Para quem só vê o frango pronto na mesa, isso até parece uma coisa tão distante, quase inexistente. Mas presenciar o preparo do bicho requer um pouco estômago.
Esse é o próximo
Instantâneo e sem dor
Água bem fervente
Bem encharcado na água quente para amolecer as penas.
Depenando
Lavando
E picando
Cabeças amarradas têm que ficar na fervura por alguns minutos
Depois é só escolher uma das receitas e saborear.
A gente vai e volta toda semana. Elas ficam lá, cuidando de tudo, com suas orelhas espichadas ouvindo ao longe para ser as primeiras a ouvir o ronco do motor do carro voltando. Aí teve uma Sexta que chegamos e só apareceu Dítis fazendo festa, sozinha, sem Bólis. Deu um frio na espinha e um mal pressentimento danado. Chama daqui, chama dali, procura, procura, nada. De repente, aparece Bólis toda faceira com um baita osso na boca. Devia estar enfiada em algum mato saboreando alguma coisa morta. Ah Bólis!
Paiol cheio, de vez em quando aparece uma visitinha diferente para o jantar. Apesar do olhar triste e solitário, esse ouricinho tem se fartado sem maiores problemas, longe da perseguição de Bólis e Dítis.
Esse é o Jataí.
Dizem que não se deve dar nome a animal que a gente come, mas foi difícil não lembrar da fruta jataí quando nasceu esse porquinho aí e deu no que deu. Está batizado. Daqui prá frente nem vai dar para ficar de muito paparico com ele, pois o destino pode ser doloroso.
O jataí, fruto do Jatobá ou o Jabotá, também chamado de Jataí. É aquela árvore imponente que tem lá nas Pedrinhas bem na frente do bar do seu Agenor. Esse é o fruto.
É verdade, por mais que a gente se esforce e tente aprender e aplicar a melhor maneira de fazer tudo, sempre tem aquelas que não saem como o planejado. Veja só: o casal de perus logo ficou cheio de amor para dar, a perua botou 12 ovos, começou a chocar, de repente só ficaram 10, depois 9, coitadinha ficou lá chocando por mais de um mês, comendo pouco, bebendo pouca água, protegendo os ovos com o próprio bico, brava com todos que passavam por perto. No final, nasceram só 5, morreram 3, depois mais um e o único que sobrou, coitadinho, tão frágil, também morreu uns 3 dias depois.
Ninguém sabe o que aconteceu, só que não foi dessa vez. Disseram que peru novinho não pode comer quirera, tem que comer ração especial, ninguém sabia disso, ninguém sabe se isso foi a causa.
Mas não tem problema não. A gente vai aprendendo e, como todo bom brasileiro, não vai desistir assim tão fácil. Dona perua logo estará botando e chocando de novo.