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14 novembro 2010

Nem tudo dá certo sempre

Mas assim é a vida né. E quem é que vai negar. O importante são as experiências que ficam.

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E eu sempre imaginava que um dia isso poderia acontecer. E aconteceu mesmo. Mas foi tão bem resolvido que logo ficou só na memória. E ainda ganhei mais 2 dias de (meia) folga num feriado prolongado. Da próxima vez prometo que vou tirar a bomba de diesel para tentar limpar eu mesmo.

26 setembro 2009

A estupidez de farol alto

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Eu já disse várias vezes e até ensaiei algumas mas, por enquanto, ainda não consegui executar o plano de sempre pegar a estrada de Cunha com luz do dia. Dirigir à noite está cada vez mais difícil e, ainda por cima, a estrada está horrivelmente mal conservada e principalmente mal pintada. Tem alguns trechos que fica difícil manter a velocidade e seguir corretamente o traçado das curvas.

Pior de tudo ainda, parece que hoje em dia todo mundo resolveu que achar que é normal viajar à noite com farol alto. Moto então, parece que todas já vem de fábrica regulada só com farol alto. Ninguém mais se importa com o absurdo.

Outro dia dei um farol alto de volta num desses mentecaptos e o carro dele invadiu minha faixa que tive que sair prá fora da estrada prá não bater de frente. Estrada sem acostamento é claro.

Tudo conspira contra. Até o farol da velha caminhonete já não é mais o mesmo, ficou fraquinho, anêmico, mas tão fraco que, ligado, parece que está só na lanterna. Aí uso o farol de milha que tem animal que acha que está regulado no alto. Aí começa a guerra de novo. Tem dia que estou de boa. Ando sempre com o farol baixo para não prejudicar os outros. Mas parece que só eu é que sou o bobão da estrada. Uma pena. Acho que esse deve ser mais um sintoma da velhice.

A melhor solução é viajar de dia mesmo.

30 junho 2009

Pode vir, pode vir…

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Na ida foi de boa, na volta, estava lá o Preto indicando o melhor caminho para não cair no buraco. Deu no que deu. De novo, ficamos lá com 2 rodas no chão e as outras duas, uma em cada buraco e assim já sabemos que não vai porque não temos o bloqueio do diferencial. Mas andei fazendo umas contas e concluí que seria mais vantajoso um guincho. Quem sabe? Ainda bem que o maior desatolador de carros da Samambaia estava por perto. Voilá Osmair.

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25 abril 2009

Colheita de milho

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Esse ano colhemos mais milho do que o ano passado, mais de 60 cargueiros. O paiol está cheio até o talo e ainda pudemos vender um pouco para vizinhos. Com tanto milho, poderemos aumentar as galinhas e os porcos. Já temos bastante frango, alguns deles até já passaram da hora do abate e corremos o risco de logo, alguns deles começar a virar galo, primeiro um galinho, depois vão crescendo, criando crista, aumentando a esporinha e logo estão brigando. Não que não tenha um monte de gente para comer um frango caipira. O que está faltando mesmo é tempo de lidar com eles. Como a gente não tem nenhum objetivo comercial, a galinhada cria solta pelo quintal, os pintinhos nascem e aprendem a ciscar carinhosamente ao lado das mães zelozas.

Outro dia apareceu uma galinha com um só pintinho, amarelinho, pequenino. Um desperdício de amor de mãe. Mas a naturaza cumpre seu papel, esteja a galinha com um ou 12 pintos.

A colheita do milho seguiu seu tradicional ritual. Esse ano tivemos o Pedrão quebrando milho só por 2 dias. O restante da roça foi “quebrada”, juntada e baldeada pelo pessoal daqui mesmo. Da roça até o paiol, demos mais de 20 viagens com a Hilux lotada até a altura do vidro da capota. Ainda bem que o 4x4 ajudou aqui, caso contrário, coitado do burro e dos cavalos para puxar na carroça. Muito menos desumano usar os cavalos do motor Toyota.

O final do estoque do ano passado foi quase todo comido pelo caruncho. Para esse ano até tentamos trabalhar com algum tipo de veneno misturado no meio do milho no paiol mas, lendo a “bula” do tal do veneno, todos ficamos muito preocupados e desistimos. Veneno de periculosidade tipo 2 – Muito Perigoso. Preferimos o caruncho.

02 abril 2009

Mais uma para tentar vencer o barro

Pict-536Mais uma personagem para se enlamear conosco nessa estrada esburacada e cheia de armadilhas que se revelam depois das chuvas incessantes, intermitentes e insistentes.

Um mecânico especializado em 4x4 vive me dizendo que a Hilux, embora seja já de uma certa idade, possui travamento automático do diferencial traseiro do tipo deslizante com aproveitamento de até 70% de tração na roda livre. Eu fiquei intrigado, pesquisei no Google e não achei nada específico para a Hilux. Mas achei boas referências de como funciona o esquema de diferencial nos carros. E também o que significa ter a possibilidade de bloquear o diferencial quando o carro entra na lama e acaba numa situação onde uma roda fica no chão e a outra no ar ou num buraco cheio mingau e sem tração.

Com bloqueador de diferencial, quando atolei com a Hilux cheia de mourões na caçamba, não teria sido necessário descarregar e ficar todo sujo de lama colocando pedra e empurrando pela traseira. Sorte que o tio Pretinho fez o serviço mais pesado.

Mas também não acho que um bloqueio de diferencial vá fazer tanta falta assim. Dadas as condições que a gente vive dirigindo, ele seria muito pouco utilizado. Acredito que um guincho sim, talvez tivesse mais utilidade.

De qualquer forma, continuamos evoluindo aos poucos de sem tração para tração nas 4 com reduzida. Vamos ver se a gente passa ou não passa.

20 março 2009

Correia dentada

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Nossa Hilux “véia de guerra” completou 200 mil KM e acendeu a luzinha de aviso no painel para trocar a correia dentada. Virou 200 mil com a Isabel e acho que ela nem reparou no alerta. Processo complicado: achar o mecânico, agendar o serviço, procurar e comprar a correia, verificar quais outras peças estão gastas, procurar, comprar, tudo isso demora muito tempo.

Pior que aconteceu antes do Carnaval e não tinha nenhum mecânico disponível. Como tem sido difícil achar mecânico bom e disponível, apesar de que isso deve acontecer com qualquer profissional.

Continuamos rodando e só paramos na oficina já com 700 KM passados. Tudo bem. Esse tipo de coisa tem lá sua tolerância.

Como sempre, em distribuidor autorizado, esse tipo de peça custa os olhos da cara e, de novo, não deu. Comprei em importadora através do Teófilo em São José dos Campos: correia dentada, rolamento tensor e rolamento auxiliar com engrenagem. Essas da foto aí em cima.

Mário, como sempre, cheio de serviço, só hoje vai poder completar o trabalho. Espero que dê tudo certo porque o tempo está prometendo chuva e vamos precisar da 4x4 com reduzida para enfrentar o barro no caminho do sítio. De Gol não vai dar.

22 fevereiro 2009

Cachoeira do Pimenta

Cunha não tem assim tantos pontos turísticos para a gente visitar. Mas tem um que é muito legal, a cachoeira do Pimenta. Estivemos lá em Fevereiro num dia de muito sol e calor. No caminho, estrada de terra poeirenta, encontramos o mesmo senhor que ficou invocado no dia anterior na cidade, carnaval, tinha tomado um esguiço de espuma do neto do Jair e quis brigar com o copo de whisky na mão. Acabou não dando em nada. Ainda bem.

A cachoeira é bem maior do que eu imaginava e forma, na parte de baixo, um poço bem largo com água bem fria. Quem mais se divertiu foi a Lana, a cachorra. A água estava muito fria e teve gente que nem entrou. Para chegar até bem perto do local, tem um trecho bem íngreme onde os carros pequenos penam para subir. De Hilux foi sem novidades.

Qualquer dia desses que sei que vai demorar muito, a gente volta lá com mais apetrechos para um divertimento mais legal.

02 fevereiro 2009

Um mês e 16 dias sem sobressaltos

Faz um mês e 16 dias desde a cirurgia e tenho me sentido relativamente bem, voltando às atividades normais tanto em casa como no sítio. Aos poucos estou até voltando a dirigir e até tenho cometido a insanidade de dirigir na estrada de terra cheia de barro e buracos entre o asfalto Guará-Cunha e o sítio na mesma velha caminhonete dura e sacolejante como um cavalo. Depois desse rali, sinto um leve desconforto bem na região dos parafusos mas nada que umas horas de repouso na cama não resolva. Eu sei, tenho que tomar cuidado, mas ainda acho que estou tomando.

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Nesse período de repouso forçado que estou tirando junto com férias atrasadas e de 2009, tenho procurado me divertir e me sentir como se estivesse em férias normais. Mesmo sem poder fazer tudo que gostaria, acho que até tenho conseguido não ficar com aquela sensação de estar perdendo uma parte importante da vida.

Após 30 dias da cirurgia, tirei um raio-X, fui à SP consultar com o Dr. Goveia e ele disse que, pelo que pôde observar, está tudo indo muito bem. Não deixou de recomendar continuar com o repouso e não fazer estripulias para manter a prótese inteira até a parte óssea se soldar completamente. De volta para casa, volta para o sítio, mais atividades tranquilas e com cuidado. Por enquanto, tudo está saindo como planejado.

01 fevereiro 2009

No meio do caminho caiu uma árvore

Choveu muito e durante muito tempo e aí, no meio do caminho, caiu uma árvore e bloqueou a estradinha logo na chegada depois do sítio do Beto. Foi mais um trabalho para o super esquadrão especial resolvedor de problemas. Pau prá toda obra, é claro, a super Hilux engatada em 4x4 reduzida foi a responsável pela força bruta.

Fotos, fotos, fotos…

05 janeiro 2009

Carro duro, costela de vaca e hérnia de disco

Pict-451 Continuo em rítmo de recuperação, 12 horas de cama incluindo o sono noturno e o resto fazendo pequenas atividades sentado, andando, nada de muito agitado. Dr. Goveia acompanha e passa as recomendações por email seguindo um calendário rigoroso.

Mas estou com vontade de mudar de ares, de passar uns dias ao lado do Rio Jacuí e, para chegar lá, o grande obstáculo são os 7KM de estrada de chão, cheios de "costelas de vaca", buracos, pedras e muito barro resultado dessa chuvarada toda.

Agora, nesse estado delicado, me dou conta de como é dura nossa caminhonete Hilux 94 com esses feixes de mola na frente e atrás. É um carro muito forte, pau prá toda obra, bom de barro e de morro, mas, por ser assim tão dura, me acaba com os discos da coluna. E para chegar lá, pelo menos por enquanto, temos que pensar numa alternativa mais macia.

Gino, um colega do serviço, me disse certa vez que já viu um caso desses, onde a pessoa teve que trocar de carro por um bem mais macio só por causa dos problemas na coluna. Ouvi, registrei mas achei que talvez nunca fosse chegar nesse ponto. E parece que cheguei.

Antes da cirurgia, já com a hérnia bem deteriorada, 2 finais de semana nessa estrada de chão, me travaram na cama por vários dias. Só um tempo depois pude relacionar o ocorrido com os solavancos na Hilux. A cavalo não ando, mas o resultado na Hilux acaba sendo praticamente o mesmo. Preciso de uma Hilux nova.

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