19 novembro 2006

12 Nov 2006 - Nasce uma Pérola

Celebridade deu cria, uma éguinha branquinha, branquinha como Pérola.



Celebridade muito carinhosa com o rebento.



A mãe é Celebridade, mas até parece que é a filha que vai ser modelo com essas pernas longas...



O Inverno se foi, e com ele aquelas temperaturas gostosas abaixo de 20 graus. Em compensação, estamos agora na Primavera e a natureza já se mostra mais exuberante e generosa. Os pássaros estão aumentando e fazendo aquela passarinhada diária. Cada dia a gente vê um diferente e parece que cada vez mais perto.

Até os animais se sentem mais à vontade.



Esses aí correm por todo lado como se não houvesse nada mais acontecendo no mundo.

10 setembro 2006

7 Set 2006 - Feriadão no Sítio

Feriadão delicioso no sítio. Rodeio na ExpoCunha, passeio na Pedra da Macela, abertura de forno, caminhadas. Muito legal.

Aqui, todo mundo no alto da pedra da Macela, a mais de 1800 m de altitude. Lá no sítio, estava uma manhã límpida, céu azulzinho, já na pedra, depois de mais de uma hora de caminhada pelo asfalto íngreme, estávamos todos "dentro das núvens", um frio de lascar e a neblina passeando pelo nosso rosto. Tudo bem, não deu prá ver nada da tão famosa paisagem mas mesmo assim, valeu, bem, talvez não para todos, mas pelo menos para que apreciam com a alma...

... estávamos caminhando eu, a Amanda e a Débora por uma nova trilha (que vou chamar de trilha do Jeni - curta), um sol gostoso na cara e, ao passar por uma capineira, o vento quente aumentou e a capineira fez aquele farfalhar característico, ruidoso. De repente me dei conta de que esse farfalhar da capineira é uma das coisas mais gostosas que acontecem quando a gente está caminhando...

... na abertura do forno, isso mesmo, não resistimos à tentação da curiosidade e fomos ver um, o senhor (que deve ser ceramista chefe, dono da cerâmica, estava dizendo bem na hora em que chegamos algo sobre os orientais que diferenciam a beleza das coisas conforme o que se vê com os olhos e o que se vê com a alma. Uma cultura bem apropriada...

22 julho 2006

22 Jul 2006 - Mais um Sábado

Hoje é mais um daqueles Sábados. Dia de festa julina corporativa e também dia do André voltar de Porto Seguro. Esse é o primeiro Sábado que não passamos no sítio depois da compra. Talvez a gente vá amanhã de manhã. Nem estou muito a fim, mas quem sabe o André também queira ir conosco. A Nilra também quer uma carona e isso é um bom motivo também já que o Dirceu já deu carona várias vezes prá Amanda.

Todo final de semana estamos lá, às vezes no meio da semana também tem gente que vai. A Nilra comemorou o aniversário lá numa quarta-feira. Foi um montão de gente. Logo coloco as fotos aqui.

25 junho 2006

...E toda vez que a gente passa por essa trilha em nossas caminhadas, temos sempre a chance de encontrar a Bia...

04 junho 2006

4 Jun 2006 - Gente nova visitando o sítio

Ainda estamos em clima de apresentação, afinal, hoje é só o segundo dia em eu a Isabel viemos no final de semana. Viemos sábado e chegamos já à noite com um frio razoável. Tivemos que esperar até o final do dia prá sair de casa por causa da Amanda e do André que têm aula de Inglês até à 4hs.

No sábado, o André veio com a Lívia. A Luzia vieram mais cedo de ônibus, desceram na estrada e fizeram uma caminhada a pé. A Luzia dia que nem sentiu a distância e está até feliz por ter conseguido andar aquela distância toda numa boa.

A Jéssica, "forgadinha", acabou conseguindo um cavalo e veio de boa. Eu sempre disse que essa menina gosta de uma mordomia, não é verdade?

Dia seguinte, Luzia acordou disposta, bem cedo, deu uma volta no frio e voltou animada logo querendo ver todo mundo de pé. Pena que o frio não ajudou a animar todo mundo bem cedo.

Eu, depois de muito custo, consegui sair de debaixo das cobertas já quase 9. Mesmo assim criei coragem e fui dar uma caminhada pela estrada no sentido contrário ao que a gente chega. Sem meu tênis, peguei um qualquer da casa e andei uma hora e meia passando pela Estiva, aquela fazenda grande onde criam gado de corte. Quando cheguei de volta, já estavam todos lá.

Bel também levantou logo em seguida, bem mais cedo que o de costume. Nesses dias, a natureza cruel e implacável ataca com tudo, dor de cabeça e tudo mais. Mesmo assim, com os planos em mente, ela logo consegue executar quase tudo. Faltou pouco prá completar num dia como esses que passa voando. Pena que a gente só está podendo vir para ficar uma noite. Mas logo chegarão as férias de julho. E antes disso ainda tem o feriadão de Corpus Christi pela frente.

Trouxemos as primeiras mudas de cedrinho prá plantar ao longo da cerca de arame. Estivemos pensando em dar uma quebrada na vista lá da estradinha. Um pouco mais de privacidade. Tanta coisa prá fazer e acabou que nem deu tempo de plantar. A Teresinha até conseguiu plantar umas flores perto da cerca.

O Dirceu é que não pàra. Plantou o pé de acerola e as mangueiras. Nem consegui tirar uma foto de tão rápido que ele se mexe por todo lado.

Hoje colocamos os quadros que levamos de casa e fizemos um rearranjo nos outros na sala.

A Nilra levou a arara e, junto com o Marcelo, ajudou a arrumar os quadros.

Hoje também foi aniversário do Dudu. Aí foi o Edson, o Marcelo, a Kelly, A Maira com o Gabriel e a casa ficou cheia. A Teresinha levou um bolo e tivemos a nossa primeira festinha de aniversário. Meio improvisada de última hora mas até que ficou boa. O caseiro Pedro veio também com seus 2 filhos e até comeram um pedaço de bolo também.

01 junho 2006

1 Jun 2006 - Preto e Dirceu no meio da semana

Nessas primeiras vezes, a ansiedade é tanta, que o Preto vai no meio da semana quando está de folga. O Dirceu vai com ele. Um dia no carro de um, outro dia no carro de outro. O Preto já levou o gado dele, umas 17 cabeças. Por enquanto, ainda têm umas pessoas alugando o pasto a um custo de $10 por cabeça, mas o Pedro já deu um prazo pro pessoal liberar. Já estamos em época fria e seca e o pasto não aguenta muito.

Preto e Dirceu estão muito animados e, nesses dias de semana, têm agitado o local. Até formigueiros já andaram combatendo.

... e o Preto andou meio triste porque um bezerro dele "descadeirou". Estão cuidando bem dele, mas se ele não recuperar, vai ter que ser sacrificado.

25 maio 2006

25 Mai 2006 - As araucárias


... e bem na frente da casa tem umas 10 araucárias enormes. Segundo o Seu Antônio, quando ele comprou as terras há 22 anos, essas araucárias já tinham 18 anos. Devem estar agora com uns 40 anos então. Pena que foram plantadas muito próximas uma das outras e, hoje, com mais de 10 metros de altura, não podem espalhar todos os galhos como se fossem braços enormes espreguiçando e abencoando a natureza exuberante em volta.

E lá prá Setembro, nascem as pinhas e chegam as maritacas verdinhas, verdinhas, fazendo um barulhão danado.

Depois vêm os pinhões...

24 maio 2006

24 Mai 2006 - Oficialmente, hoje começa nossa história



Hoje foi o dia em que fechamos o negócio da compra do sítio. Estávamos eu, o Dirceu e também o Seu Antônio com a esposa dele, dona Marisa, os vendedores.

Comigo estava só o Dirceu. Uma quarta-feita cinzenta, meio chuvosa. Só hoje pude conseguir um tempo disponível para vir até Cunha, já que essa semana tenho muito serviço e, ainda por cima, tive uns exames médicos prá fazer em São José.

Correu tudo bem. Houve uns contratempos como o caso do Barbeta que ficou meio furioso por não ter ele fechado o negócio com a gente. Ele não acreditou que chegamos ao Seu Antônio através do Lali, irmão do Preto, e vizinho do sítio. Queria porque queria receber, pelo menos a metade da comissão dele. No final, chegaram num acordo. O filho dele, engenheiro, continua trabalhando prá nós para unificar toda a documentação.

Nesse dia, almoçamos com o Seu Antônio e a Dona Marisa num restaurante do lado da Matriz e depois a dona Marisa nos apresentou o doceria da Cidinha, segundo ela, a melhor doceira do estado de São Paulo.

Trouxe o Astra para dar como parte do pagamento e deixei no Vitor que é mais perto da estrada. Tinha muito barro e não quis ir até o Sítio. Seu Antônio foi embora no dia seguinte e pegou lá. Bel é que ficou com aquela dor no coração por "perder" o carrinho... Mas não problema, logo a gente compra outro...

No final do dia, depois de peregrinar pelo cartório, banco e advogado, assinamos todos os documentos e tivemos que pagar todos as taxas que nos deixou surpresos. Como são caras essas taxas de transferência, registro, etc!!!

Voltamos pro Sítio, tomamos um café, conversamos um pouco, Seu Antônio recordou algumas histórias passadas no local, mostrou as coisas que não ia poder deixar na casa - como os dois criados que foi da época do casamento deles, etc.

... e fomos embora, felizes com o negócio fechado... e cheio de planos na cabeça...