05 junho 2015

09-Nov-2014 Formigueiro na estradinha do Sapo perto da roça-1

Cavoquei o barranco e saiu cada grandona. Meo, essas são as maiores saúvas que já ví. Como hoje está caindo içá por aí, acho até que saiu tanajura desse buraco.
Joguei quase um saco de isca formicida.
Estive esperando Amadeu vir com a bomba de gás mas ele nunca mais apareceu.




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29 maio 2015

08-Mar-2015 Agora temos caqui

Custou mas os caquis estão ficando maiorzinhos. 


E já tem passarinho fazendo festa por aqui. 



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04-Abr-2015 Sábado de aleluia, semana santa

10:47 AM 

Sábado de sol. 
Faz uns dias que não chove, as estradas secaram. 
Mas não está muito calor não. 
Pelo menos eu não estou sentindo já que nem saí da varanda ainda. 

Passamos a noite sozinhos aqui eu e Isabel. 
Acabaram de chegar Luzia com Edson, Raquel e Dudu. 
Edson veio dirigindo o fiat da Luzia. 

Tirei umas fotos hoje. 


Essa tirei ontem com o ipad e transferi para o iphone pelo wifi transfer. 



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27-Out-2013 Poste da Elektro perto da igrejinha, Luzia vai pedir pra colocar lâmpada municipal

O poste ficou bem do lado da igrejinha. Aí a gente cogitou de mandar um requerimento pra Elektro colocar uma lâmpada municipal pra iluminar o local.
Não tem nenhuma por esses lados onde, normalmente, os postes fica no meio do pasto, no alto dos morros e não seguem as estradinhas.
Luzia disse que pode tentar.

Nossa gente, mas como tá feia nossa igrejinha, precisando de uma tinta.
(Depois ficou bonita de novo).








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28 maio 2015

08-Jun-2013 Eucalípto citriodora do quiosque em 2008



Nessa data a gente ainda estava fazendo a nova chegada por trás do quiosque para liberar a chegada antiga pra ter espaço para aumentar a casa.

13 setembro 2012

Traíra da boa

Esse rio Jacuí tem dia que deixa a gente na mão mas também tem dia que nos presenteia fartamente.

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Dia de dar rolê tem sempre companhia

Nem dá pra sair escondidinho porque a tropa sente de longe que tá na hora de dar rolê pelas estradas e barrancas…

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12 setembro 2012

Mili, saudades

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Muito bom quando a gente chega ao sítio nos finais de semana e solta os cachorros que saem correndo como loucos pela grama espessa. Depois do xixi e das esfregadas nas costas, saem todos cheirando tudo em volta como se quisessem se dar conta de tudo que aconteceu em cada centímetro durante a semana toda em que ficaram ausentes.

A partir de hoje, pelo menos um deles vai sempre nos fazer lembrar com saudades desses momentos.

Hoje um vazio denso e sufocante se instalou com a partida de Mili. O conforto é saber e sentir que tanta dedicação, amor e carinho compartilhados com uma criaturinha tão marcante, nos proporcionou durante uns 15 anos, momentos de pura paixão e amizade.

Mili permanecerá em muitos momentos de ternura enquanto nosso pensamento existir.

Valeram todas as penas!

Mais fotos da Mili

22 agosto 2012

22 de agosto de 2012 – Abaixo de zero

Noite anterior chegou bem fria, estranhamente mais fria do que as noites anteriores. Eu fazendo um servicinho pra fora da casa, tive de entrar e colocar um agasalho rapidinho. Os pés começam a esfriar demais.

Manhã seguinte, pouco depois das 6 horas, abro a porta para Lara ir dar o rolê matinal e sinto o frio me congelando os ossos. Curioso, fui conferir o termômetro da varanda e não deu outra.

Dois graus abaixo de zero.

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23 abril 2012

Nem tudo dá certo sempre

Nunca me deixo enganar pela sorte. Todo mundo sabe que tem dias que tudo dá certo e tem outros que tudo parece que vai errado. Às vezes nem tanto. Hoje foi um desses dias em que nem tudo deu completamente certo como se planejava.

A veinha aí tá nessa estrada todos os finais de semana desde antes de 2006 e essa foi a segunda vez que abriu o bico. Tá certo. Um dia leva todo mundo, mas chega um em que também precisa ser carregada.

E a gente vai vivendo a aprendendo: o serviço de guincho não está autorizado a levar cachorros. Que coisa! Daí que o André teve que completar o socorro animal. É a vida!

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21 abril 2012

Mudinhas de citriodora precisando sair do sufoco

Temporada farta de águas, adubo no eucalípto certamente ajudou a braquiara a avançar. Essa semana começou o coroamento.

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09 abril 2012

O tempo passou mas ela continua dona do pedaço

Desde os tempos em que tinha 4 patas.

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Sempre atenta.

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E observando de longe…

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31 março 2012

E chegaram os novos bezerros

Esses vieram das margens do Paraitinga para as margens do Jacuí. Chegaram e já foram se sentindo em casa. A esperança é que espantem um pouco de cobras pra bem longe. Eita.

19 dezembro 2011

Cobra cascavel no sofá da sala !!

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Puta merda, uma cascavel em cima do sofá.
2011-12-18-Sun-12:18:40
Maior susto na chegada, Isabel desligou o alarme, abriu a porta, entrou, abriu a porta balcão, ouviu um chiado no sofá, olhou, adivinha --- uma cascavel de 4 anos sibilando em cima do encosto do sofá mais claro.
Carai meo.

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Isabel gritou e passou direto pro corredor, Luzia me chamou, pegou um pau, me deu e a matei em cima do sofá.
Quando entrei pra ver, ela já estava escondida embaixo de uma das almofadas brancas que sempre ficam em cima do sofá.
Que coisa, viu!

Só depois tive a calma de pegar a câmera para tirar umas fotos dela já morta ali na varanda.
Pendurei num galho do ipê da frente da sala até ver o que faríamos.
Luzia me surpreendeu por não se apavorar tanto. Pelo tanto que vive abominando cobras, achei que pudesse ter um chilique quando enfrentasse uma assim tão de perto.
Isabel ficou chocada e passou o resto da tarde meio lerda, meio sem graça aliás, não só ela, nós 3.

Imagina só, encontrar uma cascavel em cima do sofá da sala. Nem em nossos piores pesadelos poderíamos imaginar uma coisa dessas.
Eu sempre vivo esperando encontrar aranhas, topar com uma grande em baixo da cama, talvez até por entre as cobertas e tals, mas cascavel, meo, podia até ser outra cobra, sei lá, embaixo de uma cama, principalmente aqui dentro desse quartinho que quase ninguém usa mas, uma cascavel, e em cima do sofá foi demais.

Depois que passou o susto, brinquei um pouco com ela jogando no meio das galinhas pra ver como seria a reação delas e foi até interessante como ficam atentas, olham de longe e começam a piar de uma maneira característica provavelmente avisando as outras.
Aproveitei para tirar mais fotos e fazer um filminhos.

Depois da brincadeira, enterrei-a lá um pouco para baixo do viveiro pertinho do brejo.
Depois mais à noite me lembrei que esqueci de cortar o guiso para deixar de lembrança desse sinistro episódio.

A partir daí, muitas histórias começamos a imaginar. Coitada da cobrinha, deve ter passado um perrengue para chegar até aqui passando por locais onde sempre estão as galinhas pastando. Sabemos que galinha não dá vida mansa pra cobra, né?
Por essa dificuldade de chegar até aqui e pela facilidade de entrar pra dentro de casa, imaginamos que ele deve ter vindo pela porta da cozinha que fica sempre aberta e a tela de proteção quase nunca fechada.

Talvez tenha entrado na quarta-feira, dia em que a Janete veio fazer a faxina. Dirceu esteve aqui na segunda mas achamos meio difícil que ela tenha entrado na segunda e ficado por aí até a quarta. Mas pode ser também.

Eu até imaginei o pior, que ela pudesse estar aí dentro já há mais tempo. Quem sabe até já estivesse aqui na sala escondida em algum canto desde a semana passada quando estivemos aqui eu, Isabel, Luzia e Teresinha? É, vai saber né. Aos outros pareceu meio improvável porque ela precisaria se mexer para comer, a Mili estava conosco e poderia ter percebido, a gente poderia ter ouvido o barulho do guiso e tals. Realmente, meio improvável, principalmente pelo barulho do guiso.

E o resto do sábado ficamos todos meio ressabiados. Qualquer barulhinho já chamava a atenção.
Depois que entramos pra dentro de casa, claro, revistamos todos os cômodos, todos os cantos, debaixo de todas as camas, atrás de todas as portas. Na sala até que não tem muita tranqueira nos cantos exceto em um deles que já estamos planejando limpar, levar o entulho lá para o quartinho de baixo.

A uma certa altura, Isabel foi lá no quiosque pegar algo pra fazer o jantar, disse que ouviu um barulho no meio das coisas do lado do freezer, se apavorou, pegou o que tinha que pegar e saiu rapidinho.
No dia seguinte, Luzia foi ver o que era e achou um enorme dum sapo escondido. Colocou-o pra correr, claro. Luzia anda bem corajosa.
Agora, toda hora em que venho sentar no sofá, olho pras almofadas e tenho que remexê-las só por garantia. Vai demorar pra gente ficar tranquilo e relaxado aqui dentro de novo.

A gente entra no banheiro com a luz apagada e já um arrepio só de imaginar que possa ter algum perigo nos cantos escuros. Eu hein.
E fomos lá no meio da plantação de eucalíptos descarregar mais 5 sacos de adubo, cheio de mato seco no chão, uma sensação estranha: a gente anda por aí, pelo meio do mato, sempre preocupado com cobras mas nunca ia imaginar que o maior perigo iria acontecer justamente dentro de casa. E em cima do sofá. Aff.
Um pensamento ruim é que, se apareceu uma, pode aparecer mais.

Essa tinha só 4 anos e pode ter irmãs. E os pais dela, que seriam cobras ainda maiores. Porque estaria perdida sozinha aqui dentro de casa. Eu hein. São pensamentos que agora nos assolam e vai nos assombrar por um bom tempo ainda.
Mas também nos serviu de lição pra nos lembrar, de novo, que devemos estar sempre atentos e sempre dar uma geral por baixo das camas e em todos os cantos toda vez que chegamos para começar um final de semana. Sei que no começo a gente sempre fazia isso mas com o tempo, nada acontecendo, foi relaxando.

Agora é tempo de retomar a vigilância. Mas sem exagerar. Sem deixar o pânico tomar conta da nossa mente, senão vira paranóia e acaba atrapalhando a curtição dos momentos de prazer que nos dá a estadia semanal aqui.

Como eu disse antes, os intrusos aqui somos nós. A cobrinha só estava andando por um lugar em que nasceu e sempre viveu. Morar em roça, passar temporadas no mato deixa a sujeito a esses tipos de contratempos. O negócio é aprender a lição, manter-se vigilando e relaxar o quanto for possível.
Só nos resta tocar a vida pra frente.
Viva a natureza!!

11 dezembro 2011

SAÍRA FAZENDO NINHO NO SÍTIO

Outro dia vimos esse passarinho azul fazendo ninho no pé de cerca cavalo que fica perto do poste da entrada da luz. Casalsinho mansinho, preocupado com o ninho, me deixou chegar bem perto para tirar umas fotos.
Intrigado por não conhecer esse tipo, perguntei para o seu Barnabé do peg pag do Cedro e ele, mesmo sem ver a foto, achou que pudesse ser "Saíra".
Hoje, procuro no google e vejo que ele acertou.
É saíra mesmo.
Veja a minha foto da fêmea e os vários tipos que achei no google. A primeira foto é minha. Na lista do google tem uma igualzinha.

09 dezembro 2011

Nasceu o danadinho

Mansinho como todos os bezerros. Acho que queria colinho mas faltou alguém para fazer o que sempre se fizera por essas bandas.